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Conhecer os critérios de correção do Enem é o ponto de partida para todo candidato que vai realizar o exame. É isso que vai separar textos medianos de redações nota 900+. Afinal, não basta escrever bem: é preciso escrever de acordo com as competências avaliadas pela banca examinadora.
Os critérios de correção do Enem são um conjunto de cinco competências avaliadas na redação. Cada uma delas vale até 200 pontos, totalizando 1000 pontos possíveis. Essas competências englobam o conteúdo e aspectos estruturais, argumentativos e linguísticos do seu texto.
Nesse cenário, nós da Corrija-me preparamos um artigo completo para explicar como funcionam os critérios de correção do Enem. Além disso, vamos destacar o que os corretores realmente avaliam e, principalmente, como transformar esse conhecimento em estratégia para melhorar sua nota. Saiba mais a seguir:
Competência 1: Domínio da norma padrão da língua portuguesa
A primeira competência requer o domínio da norma padrão da língua portuguesa. Nela, o corretor avalia seu domínio da escrita formal. Isso inclui ortografia, acentuação, concordância verbal e nominal, regência, pontuação etc. Sendo assim, os erros frequentes podem reduzir sua nota. No entanto, um ou outro deslize não zera a competência, o problema é a recorrência.
Neste caso, uma dica importante é sempre evitar construções complexas demais se você não tem segurança, além disso, não use termos cujos sentidos desconhece ou sobre os quais não tem domínio. A clareza, portanto, vale mais que a sofisticação mal executada, e o básico bem feito funciona!
Competência 2: Compreensão do tema e repertório sociocultural
A segunda competência avalia se você entendeu o tema corretamente, desenvolveu o texto dentro da proposta e se utilizou repertório relevante e produtivo.
Sendo assim, conclui-se que fugir do tema pode zerar sua redação, enquanto tangenciá-lo reduz sua pontuação. Já o uso de repertórios (dados, autores, conceitos) precisa estar conectado ao argumento, não adianta apenas citar.
Se, por exemplo, o candidato citar um filósofo sem explicar a relação com o tema, essa competência perde em pontuação. Neste caso, uma dica estratégica é sempre responder mentalmente: “Esse exemplo realmente ajuda a defender meu ponto de vista?”
Cabe uma atenção especial para evitar os chamados ‘repertórios de bolso’, que são dados genéricos que, teoricamente, servem para qualquer tema. Sendo assim, esse recurso não agrega e prejudica muito a sua argumentação.
Competência 3: Seleção e organização de argumentos
Na competência 3 entra a capacidade de construir uma linha de raciocínio lógica. O corretor, por sua vez, analisa se você defende um ponto de vista claro, organiza bem as ideias e apresenta progressão argumentativa.
Sendo assim, textos confusos, com ideias soltas ou repetitivas, perdem pontos. Por outro lado, uma redação com começo, meio e fim bem definidos se destaca. Recomenda-se, portanto, que os candidatos sigam a estrutura abaixo:
- Introdução com tese clara
- Dois parágrafos de desenvolvimento
- Conclusão com proposta de intervenção
Uma dica estratégica é evitar “encher linguiça”. Desse modo, cada parágrafo deve ter uma função clara.
Competência 4: Coesão e coerência
Essa competência avalia como você conecta suas ideias ao longo do texto. Inclui o uso de conectivos (portanto, além disso, contudo…), referenciação (evitar repetições desnecessárias) e fluidez textual.
Um exemplo de erro bem comum é a presença de parágrafos desconectados, sem relação lógica entre si. Neste caso, é importante usar conectivos variados e adequados. Por isso, evite repetir sempre os mesmos elementos coesivos.
Competência 5: Proposta de intervenção
Essa é uma das partes mais decisivas da redação. Desse modo, você precisa apresentar uma solução para o problema em questão que seja detalhada, viável e que respeite os direitos humanos
A proposta deve conter:
- Agente (quem executa)
- Ação (o que será feito)
- Meio/modo (como será feito)
- Finalidade (para quê)
- Detalhamento (elemento adicional sobre um dos elementos anteriores)
Na prática, isso quer dizer que propostas genéricas, como “o governo deve melhorar”, não garantem nota alta. Veja um exemplo de boa proposta:
“O Ministério da Educação, órgão responsável por gerir a educação em esfera nacional, deve implementar campanhas educativas nas escolas, por meio de palestras mensais, com o objetivo de conscientizar os estudantes sobre…”
Para um detalhamento consistente, uma dica é sempre trazer um aposto do agente.
Como os critérios de correção do Enem são aplicados?
Agora que você já conhece cada competência, é importante entender como os critérios de correção do Enem funcionam na prática. Realiza-se, portanto, a correção de cada redação por dois avaliadores independentes. Se, porém, houver grande diferença entre as notas, um terceiro corretor entra na avaliação.
Isso garante maior justiça e padronização.
Além disso, a correção baseia-se exclusivamente no texto, não há julgamento pessoal ou subjetivo e tudo segue uma matriz oficial.
Como usar os critérios de correção do Enem a seu favor?
Agora vem o ponto mais importante: transformar teoria em prática. Veja como:
1. Escreva pensando nas competências
Não escreva “no automático”. Lembre-se de sempre manter consciência do que está sendo avaliado.
2. Treine com correção especializada
Receber feedback baseado nos critérios de correção do Enem acelera sua evolução.
3. Analise redações nota 1000
Quando você estuda e observa como outros candidatos aplicaram as competências, está se familiarizando com a forma de cobrança da banca examinadora.
4. Reescreva seus textos
A melhoria vem na revisão. É, portanto, nesse momento que você encontra pequenos erros que passaram despercebidos e consegue aprimorar sua escrita.
5. Monte um repertório estratégico
Tenha exemplos prontos, mas saiba adaptá-los ao tema. Desse modo, quanto mais conhecimento de mundo, filmes, séries, livros, documentários, jornais e história você tiver, melhor será.
Leia também: Como é realizada a correção da redação do Enem

Domine os critérios de correção do Enem! Conte com a Corrija-me.
Por fim, dominar os critérios de correção do Enem é aprender a escrever com estratégia. Quando você conhece exatamente o que é avaliado em cada competência, deixa de produzir textos no “achismo” e passa a construir redações nota máxima.
Mas existe um ponto que faz toda a diferença nesse processo: o feedback. Você pode até conhecer os critérios de correção do Enem, mas, sem uma análise detalhada dos seus textos, fica difícil identificar em que aspecto está errando e como evoluir.
Nesse cenário, a plataforma Corrija-me foi pensada para quem quer sair da estagnação e melhorar de forma prática, com correções que se baseiam nos critérios oficiais do Enem. Ao submeter suas redações, você recebe uma avaliação completa por competência, com apontamentos, sugestões de melhoria e direcionamentos estratégicos, exatamente como um corretor avaliaria.
Sendo assim, se a sua meta é alcançar um bom desempenho, não basta apenas estudar teoria. É preciso treinar com método e receber o tipo de feedback que realmente impulsiona sua evolução.
Acesse o site da Corrija-me e dê o primeiro passo rumo à nota 1000!





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